quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

02/10/11

    (Hoje estou naquelas noites que me apetece escrever.
    Pelo o sim e pelo o não.
    Sobre a vida, o dia e o senão.
(...)
    Apetece-me agarrar-te, beijar-te e dizer-te o quanto gosto de ti. Apetece-me conversar contigo, horas e horas a fio. Tenho a necessidade de te conhecer, de investigar as tuas virtudes, as tuas qualidades, sonhos e planos de vida. Igualmente, tenho a necessidade de explorar o teu físico. Procurar em ti linhas, linhas estas por unir. Caminhos por onde vaguear e principalmente onde se possa abstrair do resto.
(…)
    Gostava de lhe dizer que a gosto de ouvir, que gosto da sabedoria que ela tem. Da maturidade que aquele relação (a relação) lhe deixou. Do que aprendeu com ele, das suas aventuras e desventuras, dos desgostos, mágoas e infelicidades da vida. Gosto de a ouvir por isso. Porque ela tem o que dizer e principalmente porque ela sabe como o dizer. Mas (há sempre um “mas” em qualquer historia), o assunto é sempre ele. O Senhor ele. Ela tem de o ultrapassar. Ele foi O ele mas... há mais mundo para alem desse, a sério. )

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