Amor. Algo subjetivo. Há quem acredite dele e há quem fuga dele a sete pés.
Já eu gosto de acreditar que o verdadeiro ser humano ama. Ama com a alma, a cabeça e corpo. Ama até ao resto dos seus dias a mulher, o marido, a mãe, o pai, a prima ou até mesmo o cão. Ama de uma forma saudável. Mostra afeto, carinho, empatia, pontos em comum, mostra que ama. Mas como nada nem ninguém é perfeito, existem por aí almas que gostam de ser isolar do fantástico mundo do amor. Têm medo de se prender a algo errado portanto vivem nos seus mundinhos à parte com um só unico amor, o deles próprios.
Mas também há quem não ame ninguém só pelo simples facto de não se amar a si mesmo e nesses casos só quando alguém mostra há vida para além da miséria é quando esse pessoa se entrega. Foge dos fantasmas que atormentam a sua alma e luta pela vida, amando outros, amando-se a si mesmo.
É verdade, o amor é lixado mas é bom! Faz bem a qualquer pessoa, é terapêutico e trás outra cor a qualquer vida. Mas uma coisa é certa, o tão dito amor é como uma planta. Um dia é plantado, noutro vai crescendo até ao dia em que este morre. E quando ele morre não há volta a dar.
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diz, mas diz com alma.